Rio Grande do Sul
Ser gaúcho é motivo de muito orgulho para cada um dos 10,5 milhões de habitantes do Rio Grande do Sul. Mais dia menos dia, mesmo quem não é nascido no estado, mas ali vive, começa a adquirir costumes como tomar chimarrão, preparar um bom churrasco, torcer para Internacional ou Grêmio, além de ceder a outras tradições locais. A posição geográfica reforça os laços com argentinos e uruguaios, ressaltados no cantarolar do sotaque, na dieta carnívora e até na adaptação a invernos rigorosos. Considerado por Portugal uma capitania somente em 1807, o território pertencia até então, pelo Tratado de Tordesilhas, aos espanhóis. Ao longo da história, a região foi palco de guerras, como a Cisplatina (1825-1828) e a do Paraguai (1864-1870). 
No intervalo entre as duas, aconteceram levantes que deram origem ao maior conflito civil do país, a Revolução dos Farrapos (1835-1845), de ideal separatista. As ondas imigratórias também resultaram na formação de uma identidade local, com a chegada de agricultores alemães e italianos, cuja presença marca o turismo da Serra Gaúcha em cidades como Gramado e Canela, muito procuradas na temporada de inverno, e nos municípios que compõem o Vale dos Vinhedos. Entre as belas paisagens do interior, as mais impressionantes estão nos arredores de Cambará do Sul, porta de acesso ao Parque Nacional de Aparados da Serra e à sua grande atração, o Cânion do Itaimbezinho, cujos desfiladeiros de 720 metros de profundidade e 6 quilômetros de extensão são margeados por araucárias.
Fonte: Viagem e Turismo
 

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