Panamá
 
Enganam-se aqueles que pensam que o Panamá é um lugar sem atrativos e opções para se divertir. Do Canal do Panamá, passando pelos Arquipélagos de Bocas del Toro, San Blas e Playa Bonita, o país apresenta belíssimas e curiosas características naturais, e oferece passeios encantadores e cheios de surpresas! Somente pela sua localização, o Panamá já é considerado um destino intrigante. Ao norte do país fica o Mar das Caraíbas e os seus vizinhos mais próximos são, a leste, a Colômbia; e a oeste, a Costa Rica. Mas o destaque, mesmo, é que o país faz parte da América Central, mas tem parte de seu território em um ponto estratégico, que faz conexão com a América do Sul e os oceanos Atlântico e Pacífico.
Considerado a oitava maravilha do mundo, o Canal do Panamá é o grande responsável pelo trânsito entre as duas regiões, e um dos pontos mais visitados pelos turistas. O fato de suas águas estarem quase 30 metros acima do nível do mar tornou necessária a construção de um surpreendente sistema de eclusas. Elas nivelaram as águas do Canal com a dos oceanos, viabilizando a circulação de embarcações pela região. Este foi o fator determinante para incentivar e expandir as atividades comerciais e econômicas do Panamá e, consequentemente, o turismo regional, que também tem crescido ano a ano. Hoje o país é um dos mais promissores do continente, onde há alto nível de qualidade de vida, variados investimentos estrangeiros, diversidade cultural e muita beleza natural.
 
Mas, antes de tudo isso, o Panamá era habitado por índios de tribos comochibchas, caribes, cholos e chocóes. O território foi descoberto em 1501 pelo espanhol Rodrigo de Bastidas, e permaneceu na condição de colônia da Espanha até o dia 28 de novembro 1821, quando proclamou a sua independência. Daí para frente iniciou-se o período em que o Panamá passou a fazer parte da Grande Colômbia, junto com a própria Colômbia, a Venezuela e o Equador. Em novembro de 1903, o país desvinculou-se do governo da Colômbia, declarando a sua independência. No entanto, manteve-se atrelado aos interesses econômicos e comerciais dos Estados Unidos, que estavam “de olho” nas prosperidades do Canal do Panamá. Tanto é que, no mesmo ano de independência, o Panamá firmou um Tratado que concedia aos EUA o uso, controle e ocupação da Zona do Canal e, no ano seguinte, o país estadunidense deu início às obras do Canal. Em 15 de agosto de 1914 o moderno sistema de engenharia de eclusas foi aberto para o tráfego de embarcações.
 
A Constituição aprovada em 1904 permitia que os EUA cumprissem papel além da exploração do Canal. Ao país também estava facultado o direito de intervir com suas forças armadas para manter a ordem pública e, inclusive, em processos eleitorais. Com o tempo, esta realidade passou a gerar grande sentimento de insatisfação do povo panamenho e o desejo de ser uma nação livre dos EUA. Este feito, porém, foi totalmente alcançado somente em 1999, quando o país norte-americano devolveu ao Panamá seu direito de exploração e controle do Canal do Panamá. Hoje o país é governado sob o regime presidencialista democrático.

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