Macedônia
Logo ao norte da Grécia, espremida entre Bulgária, Albânia e Sérvia, a Macedônia lista uma quantidade de atrativos difícil de serem batidos: um dos berços da humanidade, viu das civilizações da Antiguidade ao regime socialista da Iugoslávia no século XX. As diversas fases lhe renderam uma variedade de marcos arquitetônicos impressionantes. O território — menor do que a metade do Estado do Rio — é pontilhado de montanhas, e repleto de vinhedos. A terra garante uma gastronomia simples, com influências mediterrâneas, turcas e eslavas. E seus dois milhões de habitantes compõem um dos povos europeus mais carismáticos, que lota bares, restaurantes e praças em qualquer dia da semana. Tudo em um custo-benefício financeiro raro de se ver em outro destino do continente.

Ohrid é o principal destino turístico do país, recebendo um bocado de búlgaros e sérvios, além dos próprios macedônios — muitos que têm casa de veraneio ali. Considerado patrimônio cultural, natural e histórico da humanidade pela Unesco desde 1980, Ohrid possui sítios arqueológicos onde se encontraram registros humanos com até cinco mil anos. Próxima da fronteira com a Albânia, ao sul, a cidade fica às margens do Lago Ohrid, um dos mais profundos e antigos do mundo. É cercado de montanhas e ocupa uma área equivalente a cerca de 40 Copacabanas. Apesar de ser mais procurado durante o verão, Ohrid é um destino para o ano todo.

Já em Skopje, a capital, a surpresa vem da mistura inebriante de referências que inspirou a criação de dezenas de estátuas e monumentos nos últimos anos. Dobra-se a esquina e lá está um arco do triunfo, com ilustrações de marcos históricos do país, talvez um dos poucos no mundo a celebrar um regime socialista. Passam nas ruas ônibus vermelhos de dois andares, idênticos aos de Londres.

Sobre o Rio Vardar, duas pontes exibem, cada uma, 25 estátuas representando artistas do país. Conectam a margem da Skopje nova à margem antiga, onde, porém, estão em construção monumentais prédios públicos. Alguns receberão ministérios, outros museus. O frenesi obreiro faz parte do polêmico projeto “Skopje 2014”, que pretende dar à capital o aspecto das metrópoles europeias.

Fonte: Extra
 
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