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Belize

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A segunda maior barreira de recifes de corais do mundo está em Belize, e este é um dos principais motivos que fazem do país um dos mais procurados pelos turistas, especialmente para mergulhar. Este atrativo, inclusive, foi classificado pela Unesco como Patrimônio da Humanidade. E não é para menos, as características do local fazem jus ao mérito.

O cenário é completo por uma imensa floresta que ocupa quase a metade do território do país; pela sua belíssima barreira de corais; diversas ilhotas que rodeiam seu território e uma vasta diversidade marinha, composta por peixes coloridos de diversos tamanhos, tartarugas e vários outros grandes e pequenos, multicolores, seres marítimos.

Mas o que atrai os curiosos a Belize não é somente isso - o que não é pouco, claro. A riqueza do país é mais que natural. Também é histórica e cultural. Pois é. Até rimou, mas é isso mesmo. Dizem que Belize foi o coração da civilização maia. Lá estão preservados inúmeros templos, pirâmides, ruínas maias e verdadeiras cidades, intactas, que revelam a complexidade e grau evolutivo daquela civilização.

O curioso é que, mesmo com toda esta grandeza, Belize é um dos menores países da América Central. Está localizado entre a Guatemala e o México, em uma estreita área na península de Yucatán, e também é o único da região que foi colonizado pelos ingleses. Contudo, a formação do povo belizenho mescla a cultura dos maias, garifunas, ingleses, espanhóis, indianos, chineses e a crioula, que é descendente de africanos. O mesmo é válido para a arquitetura do local. A mistura de estilos é admirável.

  • História de Belize


    A história de Belize é marcada pela ocupação da civilização maia. Era este povo, de extrema organização e altíssimo grau evolutivo, que habitava a região antes dos espanhóis tentarem colonizá-la, em 1502.

    Mas, diferentemente do ocorrido nos outros países da América Central e do Caribe, Belize foi colonizado pelos ingleses, que derrotaram os espanhóis e os piratas que rodeavam a região. O início do processo de colonização inglês começou em 1798, mas a Coroa Britânica só declarou Belize como sua colônia em 1862.

    Naquele período o nome da região era Honduras Britânica. O país passou a se chamar Belize em outubro de 1981, na mesma época em que proclamou a sua independência. Contudo, até hoje a Rainha Elizabeth continua sendo a chefe de Estado do país.

    Embora a capital de Belize seja Belmopan, que está localizada no centro do país, Belize City é a cidade mais conhecida, especialmente pelos turistas. Situada no litoral, ali há várias formas de diversão e entretenimento para todos os gostos.

  • O que fazer em Belize

    Há muitas coisas para se fazer em Belize, a começar pelos inesquecíveis mergulhos pelas águas azuis e transparentes da costa do país, cuja visibilidade pode chegar a 200 pés, ou o equivalente a 60 metros de profundidade. É realmente impressionante e encantador.

    As atrações mais procuradas e admiradas para a prática de mergulho em Belize são o Blue Hole, localizado no centro do atol Lighthouse Reef, Shark Ray Alley, Ambergris Caye e os atóis de Glover.

    Partindo de Belize City, percorre-se cerca de 50 quilômetros até o local onde está o atol de Lighthouse Reef. Atóis são recifes de corais, normalmente com formato arredondado, que foram escavados naturalmente ao longo do tempo. No seu centro formam-se profundas lagoas, onde os mergulhadores se esbaldam ao ter contato com paisagens maravilhosas e animais de beleza inestimável.

    Em Lighthouse Reef, especificamente, está o Blue Hole. Com 300 metros de diâmetro e 135 de profundidade, foi investigado na década de 70 por Jacques Cousteau. Seu estudo resultou na produção de um documentário, que se tornou um dos responsáveis por fazer do Blue Hole um dos pontos mais famosos e procurados para a prática de mergulho em Belize.

    Sem dúvida, a experiência é espetacular. Além de conviver momentaneamente com uma intensa e magnífica vida marinha, os visitantes poderão desvendar misteriosas cavernas e se admirar com surpreendentes estalactites, que nada mais são do que aquelas “lanças” pontiagudas que se formam no teto das cavernas, e tornam o cenário ainda mais incrível.

    Ambergris Caye é outra região de Belize privilegiada para a prática de mergulho. Localizada a aproximadamente 50 quilômetros de Belize City, a região concentra alguns pontos estratégicos, como o Shark Ry Alley, que fica na reserva de Hol Chan Marine.

    Os dois lugares reservam maravilhas naturais inesquecíveis para os seus visitantes, como mergulhar junto com arraias e tubarões, sem contar com os belíssimos cardumes de peixes coloridos e tartarugas gigantes que nadam entre algas e corais igualmente deslumbrantes. A dica é não deixar de se programar para fazer um mergulho noturno.

    Outro lugar imperdível para conhecer os mistérios e belezas marinhas de Belize é South Water Caye Marine Reserve, a maior reserva marinha do país. Situada a cerca de 25 quilômetros de Dagringa, pode ser considerada uma das áreas com maior biodiversidade marítima. Ali, seus visitantes poderão encontrar raras espécies da vegetação litorânea, manguezais, leitos de algas marinhas e uma grande diversidade de recifes de coral.

    Para completar o tour nas regiões com atrações marítimas em Belize, não deixe de conhecer a reserva Gladden Spit & Silk Cayes Marine Reserve. Ali os visitantes terão a oportunidade de presenciar os costumes de diversos tubarões-baleia, além de outras variadas espécies de animais que fazem parte do ambiente marinho.

  • Ruínas da civilização maia em Belize

    Diz a história que alguns dos lugares mais antigos da civilização maia estão em Belize, e, talvez por isso, existem diversos sítios e reservas arqueológicas por toda a sua extensão.

    O nome de uma delas é Cerros. Localizada próximo a Corozal Bay, na região norte de Belize, também é conhecida como Mayan Hills, que é a tradução de seu nome. Ali estão localizadas pirâmides e grandes acrópolis, com altura tão fascinantes que oferecem vista privilegiada da cidade de Corozal e de Corozal Bay.

    No parque também estão expostos diversos outros artefatos que oferecem aos visitantes uma clara visão de como se deu a formação da cultura, arquitetura e cultura dos maias. Para chegar até lá os visitantes também farão um agradável passeio de barco, que demora cerca de 20 minutos, partindo da cidade de Corozal.

    Em Lamanai a experiência é um pouco diferente, mas tão surpreendente quanto. A reserva está situada na região de New River Lagoon, no distrito de Orange Walk, e também é chamada de submerged crocodile, ou crocodilo submerso, por conta dos vários crocodilos que podem ser observados durante o percurso até a reserva, nas margens e pelo leito do rio.

    Como se pode observar, trata-se de um parque arqueológico “escondido” no meio da mata. Durante a caminhada de acesso, não se tem ideia de que lá serão encontrados templos, ruínas e pirâmides maias, além de outros vestígios da organização e desenvolvimento daquele povo, como as ruínas de duas igrejas e objetos feitos de argila, cerâmica e madeira, por exemplo.

    Os visitantes também ficarão deslumbrados com os templos de Jaguar, o Templo Mask, onde foi feita uma máscara de pedra de 13 metros representando um antigo rei maia, e o Templo de Alta, de onde se pode ter uma visão panorâmica da região.

    A reserva de Altun Há é outra opção imperdível para quem vai a Belize. Além de abrigar templos e pirâmides misteriosamente construídas pelos maias, o parque detém uma das relíquias de todo o país. Ali está guardada a chamada Cabeça de Jade ou The Jade Head, que também representa o deus sol maia, Kinich Ahau, um dos ícones mais importantes para os belizenhos.

    A história conta que a escultura feita de pedra foi encontrada em um grande túmulo localizado abaixo do Templo da Maçonaria Altares, que também tem estrutura e arquitetura impressionantes.

    Bem próximo de San Ignacio estão as ruínas de Cahal Pech. Seu acesso é tão facilitado, que até mesmo por meio de caminhadas e possível visitar o parque, onde estão belas ruínas e estruturas arqueológicas da época dos maias. A proximidade é tão grande que alguns hotéis ficam praticamente dentro das ruínas. Conta a história que Cahal Pech foi visitada pela rainha Elizabeth em sua primeira e única estadia em Belize.

    A poucos quilômetros de San Ignacio estão as ruínas de Caracol, ou The Snail, cuja história as torna ainda mais atrativas. Esta região junto ao centro político da civilização maia, foram as mais importantes durante mais de cem anos. Neste parque também está a maior pirâmide maia, com aproximadamente 43 metros de altura. Sem dúvida um feito impressionante, ainda mais quando se fala de uma civilização tão antiga. Só vendo, mesmo, para se dar conta da complexidade da estrutura.

    Mas as possibilidades de explorar as curiosidades e mistérios arqueológicos da civilização maia não se encerram por ali. Próximo de Belize City estão também as ruínas de Xunantunich, que têm como destaque a pirâmide El Castillo. Com poucos metros a menos que a pirâmide de Caracol, El Castillo é a segunda mais alta de Belize, de onde é possível apreciar uma bela paisagem de toda a região que a cerca.

    Na reserva de Lubaantun, que fica no Distrito de Toledo, os visitantes poderão observar ruínas, pirâmides e templos com estruturas diferenciadas, como os cantos arredondados, por exemplo. Além disso, os maias utilizaram matéria prima e métodos diferenciados para construí-las, o que inclui a massa para “dar liga” entre uma pedra e outra. Embora não seja como em Caracol e em Xunantunich, a visão do alto das pirâmides é belíssima.

    Encerrando a rota arqueológica de Belize, não se pode deixar de conhecer Nin Li Punit, ou Big Hat, como também é conhecido o parque. Ao norte da região de Punta Gorda, as ruínas e estruturas construídas pelos maias tem perfeitas imagens esculpidas, como rostos e outras figuras impressionantes. A câmera fotográfica é indispensável para registrar as obras de arte e dividir este conhecimento com quem não tem ideia do que se trata.

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Belize - Destinos

  • Belize City
  • San Pedro
  • Placencia


Não é a capital do país, mas é uma das cidades mais desenvolvidas e com mais atrativos para os turistas, no que diz respeito a opções de passeios e entretenimento durante o dia e a noite, como cassinos, discotecas, restaurantes e bares; sem contar com a variedade de hotéis e resorts para todos os gostos. Ali também está o aeroporto internacional de Belize, o Phillip Goldson International Airport.

Devido à esta concentração de coisas para fazer em Belize City, e pelo fato de a cidade abrigar um porto, os navios de cruzeiro também costumam atracar na região. Além de se diverir, os visitantes encontram na cidade um belo centro comercial, onde é possível comprar artesanato e outras lembranças do lugar.

A famosa Swing Bridge é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade. A ponte foi construída em 1922 e funciona até hoje, mesmo que de forma manual, interligando as regiões norte e sul do país.

Tão curiosas quanto a Swing Bridge são as construções da cidade, que preservam o estilo britânico colonial, e remetem os turistas à época em que foram construídas. Os visitantes terão sensação parecida quando conhecerem o Museu de Belize, que fica no centro da cidade, mais especificamente em Gabourel Lane.

Toda a história e cultura da civilização maia e do povo belizenho estão expressas no acervo do museu, por meio de documentos, fotos, peças de cerâmica, jóias e outros artefatos maias e da época da colonização do país. O Museu também tem em sua programação algumas exposições rotativas de selos e insetos, por exemplo.

Partindo de Belize City os visitantes também poderão conhecer incríveis pontos turísticos ideiais para mergulhar, como Lighthouse Reef Atoll, onde fica o famoso Blue Hole; a ilha de Turneffe, onde também é possível passar momentos maravilhosos praticando snorkelling, wind surf ou passeando de caiaque, por exemplo.

Belize City também oferece fácil acesso para diversos parques arqueológicos, como Altun Ha e Xunantunich, e para o Zoo Belize, onde estão diferentes espécies da vida selvagem. Para quem gosta de praticar esportes e ter contato com a natureza, uma boa dica é visitar o Crocland Adventure Park.

San Pedro: uma bela cidade de Ambergris Caye

A frase de um sábio viajante descreve um pouco do que se pode viver e encontrar em Ambergris Caye: “no shoes, no shirt, no problem”. Ou seja, nada de sapatos, nada de camisetas, e nenhum problema. Esse é realmente o esquema dos turistas que chegam à ilha, que está sendo cada vez mais procurada por quem deseja aproveitar as férias com tranquilidade e em contato com a natureza.

Localizada no Mar do Caribe, Ambergris Caye tem seu litoral repleto de recifes de corais e esbanja uma riquíssima e encantadora vida marinha. Um verdadeiro paraíso para quem gosta de mergulhar, praticar snorkelling ou apenas de nadar.
Aliás, tudo pela ilha de Ambergris Caye parece ocorrer em perfeita harmonia, com bastante calma. O lugar que tem mais movimento e agitação chama-se San Pedro e, inclusive, é a única região habitada da ilha.

Trata-se da antiga e pequena aldeia e pescadores onde, hoje, estão concentrados hotéis com estilos e grau de requinte diferenciados, além de bares, restaurantes, cafés e lojas de souvenirs. Contudo, as praias continuam sendo um dos maiores atrativos da região.

Pelas ruas de San Pedro é muito comum ver o trânsito de bicilcetas e carrinhos de golf, além de diversas casas de madeira pintadas de cores diferentes, o que deixa a cidade ainda mais encantadora.

Por estas mesmas ruas também acontece a tradicional Fiesta de Carnival, na semana que antecede a Quarta-feira de Cinzas. De forma semelhante à festa de Mardi Gras, as pessoas se fantasiam e saem pelas principais vias da cidade dançando e pintando uns aos outros com tinta à base de água e ovos crus.

Normalmente a farinha também entra na receita de diversão da festa. Se você não curte este tipo de brincadeira, procure ficar distante da festa nos dias em que ela acontece. De toda forma, participar da Fiesta de Carnival é uma das boas maneiras para conhecer mais seus nativos e a cultura local.

Outra atividade que faz parte do calendário de San Pedro é o Costa Maia Festival, que acontece de quinta a domingo, no início de agosto. Trata-se de uma celebração entre os países vizinhos que têm origem maia, como México, Guatemala, Honduras e El Salvador.

Durante a festa acontecem apresentações musicais e outras manifestações culturais, maratonas esportivas, além da apreciação da comida típica de cada um dos países. É um festival bem divertido e interessante. Se houver a possibilidade, vale a pena programar a viagem a Belize para a época em que acontece o Costa Maia Festival.


Placencia é uma das cidades mais paradisíacas de Belize. Situada ao sul do país, só não é considerada como uma ilha, porque está cercada de mar por apenas três lados. Mas as suas características são todas de uma ilha paradisíaca, com areia branca e fina, e águas calmas e cristalinas.

O lugar é ideal para quem quer relaxar e aproveitar as férias na calma da beira do mar, tomando sol ou na sombra de palmeiras. Propício também para a prática de esportes aquáticos como o mergulho, snorkelling e natação. Neste ambiente, os destaques são da Praia Maya, Bight Sena e Placencia Village.

Para quem também gosta de caminhar e manter contato com a natureza, a recomendação é explorar os caminhos à norte de Bight Sena, onde também será possível apreciar uma belíssima paisagem, de palmeiras e muita vegetação. Já a lagoa das proximidades de Placencia é o lugar ideal para andar de caiaque e para pescar.

Embora a região seja pouco habitada e praticamente não tenha ruas pavimentadas, apresenta boas opções de hospedagem, com hotéis e resorts para todos os gostos. Pode-se chegar até lá voando cerca de 40 minutos a partir de Belize City, ou pela estrada.

De quaquer forma, vale a pena acrescentar Placencia no roteiro de viagem a Belize, assim como a sua rota de parques arqueológicos e de pontos de mergulho. Certamente será uma viagem inesquecível.

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